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O ceu e de verdade capitulo 1

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amostra do livro da Thomas Nelson Brasil
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Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tor-
nem como crianças, jamais entrarão no Reino dos Céus.
J���� D� N�����


SUMÁRIO
Agradecimentos
Prólogo: Anjos no Arby’s
1. O Crawl-A-See-Em
2. O pastor Jó
3. Colton pensa no assunto
4. Sinais de fumaça
5. A sombra da morte
6. North Platte
7. “Acho que é o �m”
8. Furioso com Deus
9. Minutos como geleiras
10. Orações de um tipo muito raro
11. Colton Burpo, o cobrador
12. Testemunha ocular do Céu
13. Luzes e asas

14. No tempo do Céu
15. Con�ssão
16. POP
17. Duas irmãs
18. A sala do trono de Deus
19. Jesus ama muito as crianças
20. Morrendo e vivendo
21. A primeira pessoa que você verá
22. Ninguém é velho no Céu
23. O poder do alto
24. O momento de Ali
25. As espadas dos anjos
26. A guerra vindoura
27. Um dia o veremos
Epílogo
Cronograma dos acontecimentos
Notas
Sobre os Burpo
Sobre Lynn Vincent

AGRADECIMENTOS
Ao contar a história de Colton, tivemos a chance não apenas de
trabalhar com pro�ssionais dedicados, mas com pessoas reais
e cuidadosas. Com certeza, �camos impressionados com sua
competência, mas Sonja e eu nos alegramos ainda mais com o
caráter e o bom coração delas.
Phil McCallum, Joel Kneedler, Lynn Vincent e Debbie
Wickwire não apenas investiram suas próprias vidas na fei-
tura deste livro; eles também enriqueceram nossa família. Sem
os seus enormes esforços e seus espíritos sensíveis, O Céu É de
Verdade nunca teria se desenvolvido de forma tão maravilhosa.
Agradecemos a Deus por reunir essas pessoas talentosas e ha-
bilidosas para nos ajudarem a contar a história de Colton. Cada
uma delas foi uma bênção para nós.
Sonja e eu consideramos um privilégio maravilhoso chamá-
los de nossos amigos.


PRÓLOGO
Anjos no Arby’s1
O feriado de 4 de julho evoca lembranças de paradas patrióticas,
do aroma apetitoso do churrasco fumegante, do milho doce, e
dos céus noturnos explodindo com fogos de artifício. Mas para a
minha família, o �m de semana de 4 de julho de 2003 foi muito
importante por outros motivos.
Minha esposa, Sonja, e eu havíamos planejado levar as
crianças para visitar o irmão de Sonja, Steve, e sua família em
Sioux Falls, em Dakota do Sul. Seria a nossa primeira chan-
ce de conhecer nosso sobrinho, Bennett, nascido havia dois
meses. Além disso, nossos filhos, Cassie e Colton, nunca
haviam ido às cataratas antes. Mas o melhor de tudo era o
seguinte: esta viagem seria a primeira vez que sairíamos da
nossa cidade natal, Imperial, Nebraska, desde que uma viagem
da família a Greeley, Colorado, em março, transformou-se no
pior pesadelo de nossa vida.
1 Cadeia de restaurantes de fast-food dos Estados Unidos e Canadá. (N.T.)

O C É U É D E V E R D A D E
12
Para ser claro, na última vez em que havíamos feito uma via-
gem em família, um de nossos �lhos quase morreu. Você pode
nos chamar de loucos, mas estávamos um pouco apreensivos
desta vez, quase a ponto de desistirmos de ir. Ora, como pastor,
não creio em superstições. Ainda assim, uma parte estranha e
inquieta em mim sentia que, se simplesmente nos mantivésse-
mos perto de casa, estaríamos seguros. Finalmente, porém, a ra-
zão – e a vontade de conhecer o pequeno Bennet, que Steve disse
ser o bebê mais lindo do mundo – venceram. Então colocamos
a parafernália necessária para um �nal de semana na nossa ca-
minhonete Ford Expedition azul e preparamos a nossa família
para seguir rumo ao norte.
Sonja e eu decidimos que o melhor plano seria dirigir a maior
parte do tempo à noite. Assim, embora Colton fosse estar preso
ao seu assento contra sua vontade, pois aos quatro anos dizia “Já
sou grande”, pelo menos ele dormiria a maior parte da viagem.
Então, passava um pouco das 8 da noite quando dei marcha a
ré com a caminhonete e saí da nossa garagem, passamos pela
Igreja Wesleyana, que pastoreio, e pegamos a estrada.
A noite se estendia clara e iluminada em meio às planícies,
com uma meia-lua contra um céu de veludo. Imperial é uma
pequena cidade rural escondida dentro da fronteira ociden-
tal de Nebraska. Com apenas dois mil habitantes e nenhum
sinal de trânsito, é o tipo de cidade que tem mais igrejas que
bancos, onde os fazendeiros costumam ir direto da lavoura até
a lanchonete da família na hora do almoço, usando botas de
trabalho de pele de texugo, bonés de baseball John Deere, e com
um alicate para consertar cercas pendurado no bolso. Assim,

P R Ó L O G O
13
Cassie, de seis anos, e Colton estavam empolgados por estarem
na estrada rumo à “cidade grande” de Sioux Falls para conhecer
seu primo recém-nascido.
As crianças conversaram por 144 quilômetros até a cidade
de North Platte, com Colton travando batalhas com seus super-
heróis dos Comandos em Ação e salvando o mundo várias ve-
zes ao longo do caminho. Ainda não eram 10 da noite quando
entramos na cidade de cerca de 24 mil habitantes cuja virtude
principal era ser o berço do famoso produtor de espetáculos do
oeste, Bu�alo Bill Cody. North Platte seria a última parada na
civilização – ou pelo menos a última parada aberta – por que
passaríamos naquela noite, enquanto nos dirigíamos para o nor-
deste ao longo dos vastos campos de milho, onde não havia nada
além de cervos, faisões e uma ou outra casa de fazenda. Havía-
mos planejado com antecedência parar ali para encher o tanque
e também o nosso estômago.
Depois de encher o tanque em um posto Sinclair, entra-
mos na Jeffers Street, e percebi que estávamos passando por
um cruzamento no qual, se virássemos à esquerda, termina-
ríamos no centro Médico Regional de Great Plains. Foi lá que
passamos quinze dias de pesadelo em março, muitos deles
de joelhos, orando para que Deus poupasse a vida de Colton.
Deus poupou-a, mas Sonja e eu costumamos brincar dizendo
que aquela experiência arrancou alguns anos da nossa pró-
pria vida.
Às vezes, rir é a única maneira de processar os momentos di-
fíceis, então, enquanto passávamos pelo desvio, decidi provocar
Colton um pouquinho.

O C É U É D E V E R D A D E
14
– Ei, Colton, se virarmos aqui, podemos voltar para o hospi-
tal – disse eu. – Quer voltar para o hospital?
Nosso aluno de jardim da infância deu uma risadinha no
escuro.
– Não, Papai, não me mande para lá! Mande a Cassie... a Cas-
sie pode ir para o hospital!
Sentada ao lado dele, a irmã riu.
– Nã-não! Eu também não quero ir!
No banco do carona, Sonja se virou para ver nosso �lho,
cujo assento estava colocado atrás do meu. Vi seus cabelos lou-
ros cortados à escovinha e seus olhos azul-celestes brilhando
no escuro.
– Você se lembra do hospital, Colton? – perguntou Sonja.
– Sim, mamãe, eu me lembro – disse ele. – Foi ali que os anjos
cantaram para mim.
Dentro da caminhonete, o tempo congelou. Sonja e eu olha-
mos um para o outro, passando uma mensagem silenciosa: Será
que ele acabou de dizer o que acho que ele disse?
Sonja se inclinou e sussurrou:
– Ele já tinha falado sobre anjos com você antes?
Sacudi a cabeça negativamnte.
– E com você?
Ela sacudiu a cabeça dizendo que não.
Vi um Arby’s, estacionei e desliguei o motor. A luz branca de
um poste de rua invadiu a caminhonete. Virando o corpo em
meu assento, olhei para trás, para Colton. Naquele instante, �quei
impressionado com o tamanho dele, um menino tão pequeno. Ele
era realmente um sujeitinho que ainda falava com uma inocência

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O ceu e de verdade capitulo 1

 

 

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