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O Principezinho

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o principezinho
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  • Added: September, 23rd 2011
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O LEVIATA

by: autobely, 7 pages

TUDO SOBRE O LEVIATA

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Esta obra foi digitalizada para proporcionar de maneira totalmente gratuita o beneficio de sua leitura aqueles que nao
podem compra-la ou aqueles que necessitam de meios eletronicos para leitura. Dessa forma, a venda deste e-book ou
mesmo a sua troca por qualquer contraprestacao e totalmente condenavel em qualquer circunstancia.
A generosidade e a marca da distribuicao, portanto:
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By Yuna
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A LEON WERTH
Peco perdao as criancas por dedicar este livro a uma pessoa grande. Tenho uma
desculpa seria: essa pessoa grande e o melhor amigo que possuo no mundo. Tenho uma
outra desculpa: essa pessoa grande e capaz de compreender todas as coisas, ate mesmo os
livros de crianca. Tenho ainda uma terceira: essa pessoa grande mora na Franca, e ela tem
fome e frio.
Ela precisa de consolo. Se todas essas desculpas nao bastam, eu dedico entao esse
livro a crianca que essa pessoa grande ja foi. Todas as pessoas grandes foram um dia
criancas (mas poucas se lembram disso). Corrijo, portanto, a dedicatoria:
A LEON WERTH
QUANDO ELE ERA PEQUENINO
I
Certa vez, quando tinha seis anos, vi num livro sobre a Floresta Virgem, "Historias
Vividas", uma imponente gravura. Representava ela uma jiboia que engolia uma fera. Eis
a copia do desenho.
Dizia o livro: "As jiboias engolem, sem mastigar, a presa inteira. Em seguida, nao
podem mover-se e dormem os seis meses da digestao."
Refleti muito entao sobre as aventuras da selva, e fiz, com lapis de cor, o meu
primeiro desenho. Meu desenho numero 1 era assim:

Mostrei minha obra-prima as pessoas grandes e perguntei se o meu desenho lhes
fazia medo.
Responderam-me: "Por que e que um chapeu faria medo?"
Meu desenho nao representava um chapeu. Representava uma jiboia digerindo um
elefante. Desenhei entao o interior da jiboia, a fim de que as pessoas grandes pudessem
compreender. Elas tem sempre necessidade de explicacoes. Meu desenho numero 2 era
assim:
As pessoas grandes aconselharam-me deixar de lado os desenhos de jiboias abertas
ou fechadas, e dedicar-me de preferencia a geografia, a historia, ao calculo, a gramatica.
Foi assim que abandonei, aos seis anos, uma esplendida carreira de pintor. Eu fora
desencorajado pelo insucesso do meu desenho numero 1 e do meu desenho numero 2. As
pessoas grandes nao compreendem nada sozinhas, e e cansativo, para as criancas, estar
toda hora explicando.
Tive pois de escolher uma outra profissao e aprendi a pilotar avioes. Voei, por
assim dizer, por todo o mundo.
E a geografia, e claro, me serviu muito. Sabia distinguir, num relance, a China e o
Arizona. E muito util, quando se esta perdido na noite.
Tive assim, no correr da vida, muitos contatos com muita gente seria. Vivi muito
no meio das pessoas grandes.
Vi-as muito de perto. Isso nao melhorou, de modo algum, a minha antiga opiniao.
Quando encontrava uma que me parecia um pouco lucida, fazia com ela a
experiencia do meu desenho numero 1, que sempre conservei comigo. Eu queria saber se
ela era verdadeiramente compreensiva. Mas respondia sempre: "E um chapeu". Entao eu
nao lhe falava nem de jiboias, nem de florestas virgens, nem de estrelas. Punha-me ao seu
alcance. Falava-lhe de bridge, de golfe, de politica, de gravatas. E a pessoa grande ficava
encantada de conhecer um homem tao razoavel.
II
Vivi portanto so, sem amigo com quem pudesse realmente conversar, ate o dia,
cerca de seis anos atras, em que tive uma pane no deserto do Saara. Alguma coisa se
quebrara no motor. E como nao tinha comigo mecanico ou passageiro, preparei-me para
empreender sozinho o dificil conserto. Era, para mim, questao de vida ou de morte.
So dava para oito dias a agua que eu tinha.
Na primeira noite adormeci pois sobre a areia, a milhas e milhas de qualquer terra
habitada. Estava mais isolado que o naufrago numa tabua, perdido no meio do mar.
Imaginem entao a minha surpresa, quando, ao despertar do dia, uma vozinha
estranha me acordou. Dizia:
- Por favor ... desenha-me um carneiro
- Hem!
- Desenha-me um carneiro ...
Pus-me de pe, como atingido por um raio. Esfreguei os olhos. Olhei bem. E vi um

pedacinho de gente inteiramente extraordinario, que me considerava com gravidade.
Eis o melhor retrato que, mais tarde, consegui fazer dele.
Meu desenho e, seguramente, muito menos sedutor que o modelo. Nao tenho
culpa. Fora desencorajado, aos seis anos, da minha carreira de pintor, e so aprendera a
desenhar jiboias abertas e fechadas.
Olhava pois essa aparicao com olhos redondos de espanto. Nao esquecam que eu
me achava a mil milhas de qualquer terra habitada. Ora, o meu homenzinho nao me
parecia nem perdido, nem morto de fadiga, nem morto de fome, de sede ou de medo. Nao
tinha absolutamente a aparencia de uma crianca perdida no deserto, a mil milhas da regiao
habitada. Quando pude enfim articular palavra, perguntei-lhe:
- Mas ... que fazes aqui?
E ele repetiu-me entao, brandamente, como uma coisa muito seria:
- Por favor... desenha-me um carneiro ...
Quando o misterio e muito impressionante, a gente nao ousa desobedecer. Por mais
absurdo que aquilo me parecesse a mil milhas de todos os lugares habitados e em perigo
de morte, tirei do bolso uma folha de papel e uma caneta.
Mas lembrei-me,entao,que eu havia estudado de preferencia geografia, historia,
calculo e gramatica, e disse ao garoto (com um pouco de mau humor) que eu nao sabia
desenhar. Respondeu-me:
- Nao tem importancia. Desenha-me um carneiro.
Como jamais houvesse desenhado um carneiro, refiz para ele um dos dois unicos
desenhos que sabia. O da jiboia fechada. E fiquei estupefato de ouvir o garoto replicar:
- Nao! Nao! Eu nao quero um elefante numa jiboia. A jiboia e perigosa e o elefante
toma muito espaco. Tudo e pequeno onde eu moro. Preciso e dum carneiro. Desenha-me
um carneiro.

Entao eu desenhei.
Olhou atentamente, e disse:
- Nao! Esse ja esta muito doente.
Desenha outro.
Desenhei de novo.
Meu amigo sorriu com indulgencia:
- Bem ves que isto nao e um carneiro. E um bode ... Olha os chifres ...
Fiz mais uma vez o desenho.
Mas ele foi recusado como os precedentes:
Este ai e muito velho. Quero um carneiro que viva muito.
Entao, perdendo a paciencia, como tinha pressa de desmontar o motor, rabisquei o
desenho ao lado.
E arrisquei:
Esta e a caixa. O carneiro esta dentro.
Mas fiquei surpreso de ver iluminar-se a face do meu pequeno juiz:
- Era assim mesmo que eu queria! Sera preciso muito capim para esse carneiro?
Por que?
Porque e muito pequeno onde eu moro ...

- Qualquer coisa chega. Eu te dei um carneirinho de nada !
Inclinou a cabeca sobre o desenho:
- Nao e tao pequeno assim ... Olha ! Adormeceu ...
E foi desse modo que eu travei conhecimento, um dia, com o pequeno principe.
III
Levei muito tempo para compreender de onde viera.
O principezinho, que me fazia milhares de perguntas, nao parecia sequer escutar as
minhas. Palavras pronunciadas ao acaso e que foram, pouco a pouco, revelando tudo.
Assim, quando viu pela primeira vez meu aviao (nao vou desenha-lo aqui, e muito
complicado para mim), perguntou-me bruscamente:
Que coisa e aquela?
Nao, e uma coisa. Aquilo voa. E um aviao. O meu aviao.
Eu estava orgulhoso de lhe comunicar que eu voava. Entao ele exclamou:
- Como? Tu caiste do ceu?
- Sim, disse eu modestamente.
- Ah ! como e engracado...
E o principezinho deu uma bela risada, que me irritou profundamente. Gosto que
levem a serio as minhas desgracas. Em seguida acrescentou:
Entao, tu tambem vens do ceu ! De que planeta es tu?
Vislumbrei um clarao no misterio da sua presenca, e interroguei bruscamente:
- Tu vens entao de outro Planeta?
Mas ele nao me respondeu. Balancava lentamente a cabeca considerando o aviao:
- E verdade que, nisto ai, nao podes ter vindo de longe ...
Mergulhou entao num pensamento que durou muito tempo. Depois, tirando do
bolso o meu carneiro, ficou contemplando o seu tesouro.
Poderao imaginar que eu ficara intrigado com aquela semiconfidencia sobre "os
outros planetas". Esforcei-me, entao, por saber mais um pouco.
- De onde vens, meu bem? Onde e tua casa? Para onde queres levar meu carneiro?
Ficou meditando em silencio, e respondeu depois:
O bom e que a caixa que me deste podera, de noite, servir de casa.

- Sem duvida. E se tu fores bonzinho, darei tambem uma corda para amarra-lo
durante o dia. E uma estaca.
A proposta pareceu choca-lo:
Amarrar? Que ideia esquisita
- Mas se tu nao o amarras, ele vai-se embora e se perde...
E meu amigo deu uma nova risada:
- Mas onde queres que ele va?
- Nao sei ... Por ai ... Andando sempre para frente.
Entao o principezinho observou, muito serio:
- Nao faz mal, e tao pequeno onde moro !
E depois, talvez com um pouco de melancolia, acrescentou ainda:
- Quando a gente anda sempre para frente, nao pode mesmo ir longe ...
IV
Eu aprendera, pois, uma segunda coisa, importantissima: o seu planeta de origem
era pouco maior que uma casa!
Nao era surpresa para mim. Sabia que alem dos grandes planetas - Terra, Jupiter,
Marte ou Venus, aos quais se deram nomes ha centenas e centenas de outros, por vezes
tao pequenos que mal se veem no telescopio.
Quando o astronomo descobre um deles, da-lhe por nome um numero.
Chama-o, por exemplo: "asteroide 3251".

Tenho serias razoes para supor que o planeta de onde vinha o principe era o
asteroide B 612. Esse asteroide so foi visto uma vez ao telescopio, em 1909, por um
astronomo turco.
Ele fizera na epoca uma grande demonstracao da sua descoberta num Congresso
Internacional de Astronomia. Mas ninguem lhe dera credito, por causa das roupas que
usava. As pessoas grandes sao assim.
Felizmente para a reputacao do asteroide B 612, um ditador turco obrigou o povo,
sob pena de morte, a vestir-se a moda europeia. O astronomo repetiu sua demonstracao
em 1920, numa elegante casaca. Entao, dessa vez, todo o mundo se convenceu.
Se lhes dou esses detalhes sobre o asteroide B612 e lhes confio o seu numero, e
por causa das pessoas grandes.
As pessoas grandes adoram os numeros. Quando a gente lhes fala de um novo
amigo, elas jamais se informam do essencial. Nao perguntam nunca: "Qual e o som da sua
voz? Quais os brinquedos que prefere? Sera que ele coleciona borboletas? "Mas
perguntam:
"Qual e sua idade? Quantos irmaos tem ele? Quanto pesa?
Quanto ganha seu pai?" Somente entao e que elas julgam conhece-lo. Se dizemos
as pessoas grandes: "Vi uma bela casa de tijolos cor-de-rosa, geranios na janela, pombas

no telhado. . . " elas nao conseguem, de modo nenhum, fazer uma ideia da casa. E preciso
dizer-lhes: "Vi uma casa de seiscentos contos". Entao elas exclamam: "Que beleza!"
Assim, se a gente lhes disser: "A prova de que o principezinho existia e que ele era
encantador, que ele ria, e que ele queria um carneiro. Quando alguem quer um carneiro, e
porque existe" elas darao de ombros e nos chamarao de crianca! Mas se dissermos: "O
planeta de onde ele vinha e o asteroide B 612" ficarao inteiramente convencidas, e nao
amolarao com perguntas. Elas sao assim mesmo.
E preciso nao lhes querer mal por isso. As criancas devem ser muito indulgentes
com as pessoas grandes.
Mas nos, nos que compreendemos a vida, nos nao ligamos aos numeros ! Gostaria
de ter comecado esta historia a moda dos contos de fada. Teria gostado de dizer:
"Era uma vez um pequeno principe que habitava um planeta pouco maior que ele,
e que tinha necessidade de um amigo..." Para aqueles que compreendem a vida, isto
pareceria sem duvida muito mais verdadeiro.
Porque eu nao gosto que leiam meu livro levianamente. Da-me tanta tristeza narrar
essas lembrancas ! Faz ja seis anos que meu amigo se foi com seu carneiro. Se tento
descreve-lo aqui, e justamente porque nao o quero esquecer. E triste esquecer um amigo.
Nem todo o mundo tem amigo. E eu corro o risco de ficar como as pessoas grandes, que
so se interessam por numeros. Foi por causa disso que comprei uma caixa de tintas e
alguns lapis tambem. E duro por-se a desenhar na minha idade, quando nunca se fez outra
tentativa alem das jiboias fechadas e abertas dos longinquos seis anos ! Experimentarei,
claro, fazer os retratos mais parecidos que puder. Mas nao tenho muita esperanca de
conseguir. Um desenho parece passavel; outro, ja e inteiramente diverso. Engano-me
tambem no tamanho. Ora o principezinho esta muito grande, ora pequeno demais. Hesito
tambem quanto a cor do seu traje.
Vou arriscando entao, aqui e ali. Enganar-me-ei provavelmente em detalhes dos
mais importantes. Mas e preciso desculpar. Meu amigo nunca dava explicacoes.
Julgava-me talvez semelhante a ele. Mas, infelizmente, nao sei ver carneiro atraves
de caixa. Sou um pouco como as pessoas grandes. Acho que envelheci.
V
Dia a dia eu ficava sabendo mais alguma coisa do Planeta, da partida, da viagem.
Mas isso devagarinho, ao acaso das reflexoes. Foi assim que vim a conhecer, no terceiro
dia, o drama dos baobas.
Dessa vez ainda, foi gracas ao carneiro. Pois bruscamente o principezinho me
interrogou, tomado de grave duvida:
E verdade que os carneiros comem arbustos?
Sim. E verdade.
Ah! Que bom!
Nao compreendi logo porque era tao importante que os carneiros comessem
arbustos. Mas o principezinho acrescentou:
- Por conseguinte eles comem tambem os baobas?
Fiz notar ao principezinho que os baobas nao sao arbustos, mas arvores grandes
como igrejas. E que mesmo que ele levasse consigo todo um rebanho de elefantes, eles
nao chegariam a dar cabo de um unico baoba.
A ideia de um rebanho de elefantes fez rir ao principezinho:

- Seria preciso votar um por cima do outro ...
Mas notou, em seguida, sabiamente:
- Os baobas, antes de crescer, sao pequenos.
- E fato ! Mas por que desejas tu que os carneiros comam os baobas pequenos?
- Por que haveria de ser? respondeu-me, como se se tratasse de uma evidencia. E
foi-me preciso um grande esforco de inteligencia para compreender sozinho esse
problema.
Com efeito, no planeta do principezinho havia, como em todos os outros planetas,
ervas boas e mas. Por conseguinte, sementes boas, de ervas boas; sementes mas, de ervas
mas. Mas as sementes sao invisiveis. Elas dormem no segredo da terra ate que uma cisme
de despertar. Entao ela espreguica, e lanca timidamente para o sol um inofensivo galinho.
Se e de roseira ou rabanete, podemos deixar que cresca a vontade. Mas quando se trata de
uma planta ruim, e preciso arrancar logo, mal a tenhamos conhecido.
Ora, havia sementes terriveis no planeta do principezinho: as sementes de baoba ...
O solo do planeta estava infestado. E um baoba, se a gente custa a descobri-lo, nunca
mais se livra dele. Atravanca todo o planeta. Perfura-o com suas raizes.

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