(Lali Krotoszynski)
(Lali Krotoszynski)
Banca Examinadora
Prof. Dr. Jonatas Manzolli - Unicamp
Prof. Sérgio Basbaum - PUC-SP
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Dedico este trabalho ao meu amigo Renato Cohen
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Teria sido absolutamente impossível realizar este trabalho sem a paciência e a
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pontaria certeira de Christine Greiner, as estimulantes conversas com Jonatas
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Manzolli, os conselhos de Rosa Hércoles, as perguntas de Johannes Birringer e a
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colaboração de Zuannon Comunicação e Design e Ricardo Fiorotto.
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a
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A
1- Introdução
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2- Capítulo I
2- Capítulo I
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18
Uma Fatia de Performance
2.1- Sentidos
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2.2- Linguagens
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2.3- Movimento
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2.4- Espaço
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2.5- Tempo
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2.6- Atitude
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2.7- Corpo
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3- CapítuloII
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Auto-organização, Um Paradigma da Contemporaneidade
3.1- O Significado da teoria Geral dos Sistemas Segundo Bertalanffy
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3.2- Relações no Sistema Performance
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3.3- A idéia de Auto-organização na Performance
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3.4- Emergência
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3.5- Memes e Auto-organização
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4- Capítulo III
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Experimentos Realizados
e
4.1- SHKSPRHBCTGS
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4.2- Dance Juke Box
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4.3- ENTRE
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Iconografia
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Í
n
Bibliografia
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Pela via prática de quem buscava um encontro do corpo com a fotografia, as artes plásticas e a
música, sem premeditação, “aterrisei” no universo da performance no ínicio da década de 80.
Nesta ocasião, aos vinte anos, tendo uma experiência com várias técnicas de dança (Balé
Clássico, Jazz, Afro, Rodolf Laban, Martha Graham, Klauss Vianna e um ano de Faculdade de
Dança na Universidade Federal da Bahia), uma introdução no mundo das artes-plásticas
como modelo de desenho, a convivência diária com músicos e um gosto especial pela
fotografia, parecia-me absolutamente natural “misturar” procedimentos de criação,
assim como abordar minha presença em cena mais como atitude do que como elaboração
estética á partir de uma ou outra linguagem específica.
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São Paulo nesta época acolhia manifestações performáticas de muitos
artistas que investigavam para além das fronteiras das linguagens
estabelecidas. Uma certa ebulição artistica estava em andamento e eu
nem pensava em buscar subsídio para meu trabalho na universidade.
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Continuei estudando
dança e participando de
espetáculos, como os do J.C.
Violla Grupo de Dança, porém,
desde Água e Risco do Movimento
com o fotógrafo Antônio Saggese,
ambos apresentados em 1982 no SESC
Fábrica da Pompéia, segui uma
trajetória
pontilhada
por
trabalhos
performáticos
individuais
ou
com
outros artistas.
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Em 1985, fui convidada a participar do projeto Magritte - O
Espelho
Vivo,
performance dirigida por Renato Cohen
inicialmente para a sala Funarte, mas que continuou se
desenvolvendo e migrando dentro do Centro Cultural S.Paulo, de
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salas montadas especialmente na área das artes plásticas, para
o foyer e sala do teatro principal do Centro Cultural(1986),
para depois ficar três mêses no MAC-Ibirapuera, utilizando por
todo este período grande parte da área do museu (1987). Em
1988, apresentamos O Espelho Vivo no teatro Castro Alves em
Salvador, Bahia.
Ao longo destes anos Renato Cohen e eu estabelecemos uma estreita parceria que
não excluiu outras associações com artistas em propostas que incluiam
fotografia, dança, música instrumental e eletrônica, vídeo e artes plásticas
que aconteceram paralelamente.
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